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Manoel Galdino's avatar

Crítica interessante. Teria que pensar mais para saber se concordo ou não. Bem provocativo. Muito bom.

De todo modo, se tudo é tão relacional, parece-me que a técnica adequada é análise de redes, não regressão.

Ivan's avatar

Outra provocação muito interessante.

Entendo que há uma questão distinta sendo tratada aqui e novamente volto para a questão da mensuração: qual seria o objetivo da análise das elites? Identificar o efeito de uma variável específica (estudar em Chicago, ceteris paribus) ou uma variável estrutural (pertencer a elite financista-empresarial)? Perguntas diferentes levam a estratégias metodológicas distintas.

Realmente faz pouco sentindo comparar especificamente o E.Macron com o PG, ainda mais se o objetivo for entender as diferentes trajetórias estruturais das elites contemporâneas. Mas aqui entendo que esta é mais uma questão mal formulada do que um problema de ontologia metodológica.

Pareceu-me que, outra vez, a AGD serve como um instrumento de mensuração mais potente para relações causais complexas. O dilema nos estudos sobre elites é que estes modelos mais estruturais requerem uma quantidade maior de dados para funcionar melhor, o que é justamente o oposto do que ocorre em estudos sobre as elites.

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